EUA: Apresentadora antivacinação morre aos 26 anos após contrair gripe suína

Uma apresentadora norte-americana, conhecida pela sua posição antivacinação, morreu no passado dia 28 de dezembro na Califórnia, nos EUA, aos 26 anos de idade. A causa, confirmada, foi a gripe H1N1, mais conhecida por gripe suína, agravada por uma meningite.

Além de o trabalho televisivo, também era jornalista, comentadora convidada de cadeias televisivas e profissional de media numa revista digital de caráter conservador. Na esfera pessoal, assumia-se como profundamente religiosa e uma ativista antivacinação

A sua morte tem sido notícia nos EUA uma vez que Payton faleceu de uma enfermidade para a qual há vacinas – preparações biológicas a que chamou de “obras do demonio” num tweet em 2011, ao comentar uma iniciativa estatal norte-americana que instava a população a vacinar-se contra a tosse convulsa.

A jornalista não ficou por aquí: em várias ocasiões mostrou-se contra a saúde pública e chegou a dizer inclusivamente que esta “não é um direito humano”.

“Há 24 horas encontrei a minha amiga inconsciente e liguei para o 911 [o número de emergência dos EUA]”, contou Morgan Murtaugh. “Ela tem estado em coma desde então e necessitamos de um milagre”, escreveu num tweet no dia 29 de dezembro. Mais tarde, confirmou a morte de Payton no hospital.

Entre as reações à notícia, está de Meghan McCain, filha do falecido senador John McCain, que classificou “uma jovem maravilhosa, audaz, vibrante e inteligente.